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Esta coletânea expõe o tema das mulheres indígenas em larga proporção, sem descurar de outros temas de gênero de menor incidência. São pesquisas resultantes de cursos de mestrado que, entrelaçadas com o campo de investigação, trazem a lume um feixe de reflexões que podem contribuir para a ciência e para o desenvolvimento social das mulheres. Busca-se verificar a maneira pela qual a questão de gênero é engendrada por dentro das culturas e dos processos socioculturais, geradores de preconceitos, violências, estigmatização, exploração e apagamento. Busca-se também mostrar os fatos de resistência ecofeminista, a luta política, a grandeza e importância dessas mulheres para as suas comunidades.
Outros temas que compõem o corpus desta publicação estão circunscritos ao movimento LGBTQIAPN+, à verdade sobre sexo, violência política, políticas públicas para as mulheres pescadoras e políticas de enfrentamento à violência contra a mulher. Todos estes temas dialogam com uma metodologia interdisciplinar, com o aporte das teorias de gênero e das abordagens qualitativas. As narrativas constituem o solo sobre o qual se deitam as análises, sendo, pois, fonte de conhecimentos que vêm à luz nessas abordagens.
Esta coletânea está seccionada em quatro capítulos didaticamente bem distribuídos. Iraildes Caldas Torres abre o primeiro capítulo com breves sinalizações sobre as mulheres amazônidas e a estética da floresta, no qual explicita alguns conceitos que norteiam seus estudos sobre esta temática. Larissa de Sousa, Larissa Munhoz e Rebeca Silva apresentam uma discussão sobre o estado de direito e o ecofeminismo na Amazônia, apontando a necessidade de o Estado brasileiro olhar mais para as mulheres amazônidas.
