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Fazendo Antropologia no Alto Solimões 24 Antônio Carlos Batista de Souza, Michel Justamand e Tharcísio Santiago Cruz, Alexa Cultural: São Paulo, EDUA: Manaus, 2019 14x21cm -212 páginas ISBN -978-85-5467-134-1 A presente edição da coleção Fazendo Antropologia no Alto Solimões – FAAS, que leva o número 24, é uma obra coletiva. Ela teve início através de um convite enviado por meio de zap, atual forma de comunicação, que digamos, tem sua eficiência, comprovada. Esse convite foi encaminhado no final do primeiro semestre de 2019. Ali recebemos, como dirigentes da coleção, em especial, Michel Justamand, 43 textos que se tornaram os 11 capítulos que seguem. Neste volume, os organizadores, Antônio Carlos Batista de Souza, Michel Justamand e Tharcisio Santiago Cruz, oferecem aos leitores uma gama de novas reflexões de autoras e autores de áreas diversas dos saberes acadêmicos, em especial das humanidades, que tratam de uma miríade temática. vejamos... Há os que se preocuparam com a situação ambiental e com a qualidade da água na região do Alto Solimões. Os que se debruçaram em analisar, pensar e refletir sobre a famosa Lei Maria da Penha. Ainda, lembramos que a coleção tem forte relação com as questões indígenas, desde seu nascedouro, alguns autores, nesse volume trataram, por exemplo, num momento, da importância da produção artística indígena e suas diversas relações matemáticas. Além desses, os que se detiveram em refletir sobre questões socioeconômicas da região de Maués. Também contamos nessa edição com quem refletiu sobre a história dos viajantes da região amazônica, para além de seus pássaros e abelhas. Não podemos deixar de citar as reflexões sobre a educação, que sempre abrimos espaços na coleção. Dessa vez, em dois momentos, o primeiro, foi a partir de estudos sobre a educação de jovens e adultos de Benjamin Constant. No segundo texto foi sobre o uso das novas tecnologias em sala de aula, como é o caso dos tablets. Em um outro momento das preocupações com a temática indígena, surge uma investida linguista e antropológica que analisa relações míticas e sua presença na língua ianomâmi. Já em outro artigo foi discutida a arte, mas agora entre as crianças de Parintins. Como nossa coleção é aberta as mais diversas regiões amazônicas, ou não, sempre são bem-vindos debates e discussões que partem de olhares e geografias não centradas em uma única região. Assim temos aqui... as análises de Parintins, Maués e Manaus. Houve outro escrito preocupado com a área de educação. Nele foi lembrado que ensinar é correr riscos. Seja onde for! Por último, mas não menos importante que nenhum dos anteriores, a capital do estado do Amazonas, compareceu. A capoeira praticada na cidade mais populosa do estado, teve espaço, voz e vez!

Características adicionales:

  • Formato: Não definido
  • É marca destacada: Não
  • É marca TOM: Não
  • Condição do item: Novo
  • SKU: ECGJMZ